Já passava da meia noite no Grand Hotel. Ela caminhava no longo corredor do hotel perdida num labirinto de portas cor de canela e procurava o número daquele quarto. Ecoavam no silêncio, seus passos largos e obscuros e o som do tilintar do salto fino e alto no frio mármore cinzento. Ela, cansada da vida rotineira , recebera uma inesperada ligação no meio da noite. O chamado daquele estranho a deixou num estado de ansiedade contínua que lembrava o começo de tudo.
No quarto, ele a esperava perdido na fumaça do seu cigarro e confuso entre a agonia e excitação. Sem saber se havia tomado uma decisão sensata . Ligou para uma mulher que conhecera num bar. Ela com inúmeras intenções, deixou o número de seu celular no bolso da calça jeans escura. Por um instante, decidiu cacelar o encontro, dizer que foi um engano, mas era tarde demais para voltar atrás. Naquele momento, ouviu as batidas fortes e insistentes na porta.
Era ela. Era ela. E então achou a resposta para a sua coragem súbita. Abriu a porta, deparou-se com uma mulher , vestida com um sorriso insinuante, sobretudo preto, suas mãos tinham dedos finos e delicados e contrastavam com as unhas pintadas de negro, botas de cano alto e salto agulha prateado. Seus cachos longos cor de mel, pendiam esplendorosamente como doces cascatas abaixo dos seus seios, propositalmente denunciados pelos botões entreabertos do casaco. O olhar era firme e marcado pelo excesso de delineador, maquiagem pesada e batom vermelho cereja. Se não fosse pelo perfume forte e barato, ao menos poderia fingir que ela era Ela.
Ela com um sorriso jocoso, disse : - Serviço de quarto!
Entrou sem cerimônias. Ela leu no olhar dele quê de incerteza. Não poderia perder a noite e nem o cliente bonito, é raro ter lucro e diversão ao mesmo tempo. Sem perder tempo, com as mãos espalmadas, foi em sua direção e disse:
- Vou logo avisando , quero o pagamento adiantado. É assim que trabalho.
De repente, ele esqueceu das suas inquietações. Talvez atordoado e um pouco irritado pela súbita frase, respondeu sem pestanejar:
- Bem, primeiro eu tenho que ver se a comida está quente e gostosa.
Nem deu tempo para resposta. Aproximou-se dela e com um movimento brusco, mas delicado, enfiou a mão por baixo do seu sobretudo. Colocou rapidamente a calcinha para o lado e enfiou os dois dedos dentro do seu sexo úmido. Fazendo movimentos circulares, sentiu uma cascata quente inundando a palma de sua mão e levou os dedos à boca. Ela logo mudara o tom imponente da sua voz, para dar vazão a um suave, mas ininterrupto gemido e disse:
- Eu sempre me esforço para dar o melhor aos meus clientes. Pelo visto, eu não sou a única profissional aqui...
- Você me lembra uma pessoa.
- Pode me chamar pelo nome dela... Aliás, você pode me chamar do que quiser. Só não pode me bater.
Respondeu sem pudores e sem rancores. Não queria mesmo perder o cliente. O prazer mostrava-se cada vez mais iminente. Bem, pelo menos ela não perguntou quem era ela. Pensou ele, rindo consigo mesmo. Como se quisesse afastar qualquer memória que insurgisse e msua mente, logo a empurrou contra a parede, quase arrancando os botões do sobretudo preto que resistiam a abrir-se para mostrar seu corpo. Então percebeu que ela vestia apenas uma lingerie de renda preta, deixando seu pau em ponto de bala. Ela nem tirou as botas, ajoelhou-se na frente dele e com um único gesto, já o tinha nas suas mãos.
Acariciava devagar aquele membro rosado, deliciava-se lambendo a ponta do pau, tovava seu corpo como se fosse um delicado instrumento musical. Sem pressa, o saboreava, chupando voluptuosamente de cima a baixo, como se fosse uma garotinha com um sorvete de baunilha. Ele , ofegante, perdia-se, emaranhado em seus cabelos longos, dizia:
- Como você me chupa bem sua putinha. Agora você vai sentir o meu pau gostoso dentro dessa tua buceta.
Com um gesto esparso, virou o corpo dela contra a parede do quarto, onde apoiou as mãos. Seus seios encostavam no concreto pintado de marfim, ela empinava a bunda, e ele enfiava nela seu pau bem duro, o mesmo a latejar de tesão todas as noites, sem poder aliviar seu destino. A cena refletida no espelho do quarto dava mais estímulo. Cheio de tesão, metia o pau com mais força, enquanto fazia de rédeas, os cabelos loiros e macios, com aroma suave de camomila. O prazer era imenso, ela gemia tanto, sem se importar se alguém ouvia:
- Me fode, filho da puta.
Então, ele a empurrou na cama. Deitada e nua, com os cabelos espalhados pelo lençol branco, ele contemplava sua pele morena clara, os seios pequenos e firmes, de auréolas rosadas e grandes que cabiam na palma de sua mão. Ele parecia um bebê sorvendo a vida em pequenos goles, lambia e mordia o bico de seus seios entumescidos e ela delirava de tesão. A deixou de quatro como uma égua no cio e recomeçou a sua surra de pau.
- Não tá sentindo meu pau, sua putinha gostosa? Rebola mais gostosopra mim, vai.
Ele dizia, enquanto dava precisas batidinhas na sua bunda. Ela fazia movimentos sinuosos, deixava o pau dele escapar da sua buceta quente e molhada, só para sentir o prazer de encaixar-se novamente, como se brincasse com o brinquedo preferido.
- Assim? ou assim?
E ele puxava seus cabelos, tentando comandar os seus movimentos. Cavalgava naquela mulher, puro sangue. Beijava sua nuca e tentou alcançar sua boca, quando ela reclamou:
- Ei, você não pode me beijar na boca!
- Eu pago o que você quiser.
- Não. Te dou de brinde. Pra você é de graça.
- Então eu te beijo e depois gozo na tua bunda.
- Negócio fechado!
Insinuante, ela vira de costas. Ele fecha os olhos e mete,bem forte, como se quisesse chegar ao limite daquele paraíso de um imenso prazer. Sentia o vai e vém do movimento selvagem e animal, o mergulho profundo e pressionava com força, deixando a marca vermelha de seus dedos. Quando o gozo inudava seu corpo de êxtase, jorrou todo seu leite dentro dela, ao mesmo tempo, ela se contorcia num ápice de sensações prazeirosas. Cansado e suado, ele estende-se sobre o corpo dela. Pousou sua cabeça, fazendo um ninho entre aqueles seios. Conseguia escutar as batidas nervosas do seu coração, e a beijou delicadamente.
- Eu te amo, minha putinha gostosa. Você estava excelente no seu melhor papel.
- Sei que você adora essa minha versão.
- Só não deveria exagerar no perfume forte e barato. Se não fosse você, teria brochado!
- Ih , se isso acontecer peço o divórcio. Mas, tinha que ser bem realista, né? Senão perdia o clima. Mas, bem que você deveria me pagar mesmo...
- Vou te pagar agora!
E ele abre as pernas dela. Começando tudo de novo...
3 confissões:
Uau, delicia de conto hein.. muito provocante...
vim aqui lhe convidar para o bolo de aniversário de 4 anos de coleira!
vem festejar Conosco!
beijos felizes e doces
maria{SS}
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